A
deputada estadual Haifa Madi (PDT) reuniu-se na segunda-feira,15/06,
em seu escritório em Guarujá com representantes
do CRECI, CREA, Sindicato da Indústria da Construção
Civil, Sindicato dos Trabalhadores da Construção
Civil, Associação dos Engenheiros e Arquitetos
de Guarujá e Associação Comercial de
Guarujá, além de empresários da construção
e do ramo de imóveis.
O objetivo do encontro foi ouvir as diversas entidades sobre
os problemas enfrentados pela construção civil
no Guarujá, que segundo os engenheiros e arquitetos
vão além das questões ambientais (no
caso, os paredões que seriam formados na praia da
Enseada), uma vez que a Promotoria Pública parece
desconhecer o Plano Diretor do Município, aprovado
em 2006 e sancionado em 2007, e utilizar-se de argumentos
que não correspondem com a verdade, sendo induzidos
ao erro. Eles produzirão em conjunto um documento
que será assinado por todas as entidades e levadas
ao presidente do Tribunal de Justiça do Estado de
São Paulo, em reunião agendada pela deputada
Haifa Madi.
O documento e uma apresentação dos erros cometidos
pela promotoria do meio ambiente de Guarujá serão
apresentados a imprensa na próxima reunião
do grupo, na semana que vem. Na oportunidade, também,
serão mostradas cópias dos laudos técnicos
que demonstram a fragilidade dos argumentos que embargam
as obras, atrasando o desenvolvimento ordenado da cidade,
aumentando o desemprego e os precatórios futuros
que a Prefeitura terá que arcar.
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Haifa
Madi
está preocupada com o desemprego
Os
engenheiros e arquitetos lembraram que estão de acordo
com o Plano Diretor do Município, que foi aprovado
em 2007, após várias audiências públicas,
inclusive com a presença de representantes do Ministério
Público, portanto, não estão desrespeitando
a lei.
“Eles estão preocupados com o rumo do setor
em Guarujá. Todos temem o desemprego e a paralização
do crescimento da cidade. Não podemos deixar isso
acontecer. É nosso dever proteger o meio ambiente,
mas se há denúncias de erros técnicos,
uma vez que os pareceres da promotoria não conferem
com laudos da Cetesb, Sabesp, Instituto Geográfico
e Cartográfico do Estado, temos que ouvir o outro
lado para nos certificarmos de quem está com a razão.
Hoje os empresários constroem sob liminar, isso é
péssimo para a cidade e afasta os empreendedores”,
afirmou a deputada.
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